
* O motoqueiro que só roda na reserva e engravida a namorada para, depois, vender a moto para comprar o enxoval do bebê – e depois passar o resto da vida no sufoco, sustentando uma família para a qual ainda não estava preparado;
* A adolescente promíscua que engravida durante o baile funk e, depois, sequer sabe qual entre os parceiros de balada pode ser o pai da criança;
* O sujeito que se envolve com uma mulher, aproveita-se de seus sentimentos, a engravida e depois some sem deixar rastro;
* O casal que sonha ter um filho, mas enfrenta dificuldades e, por isso, passa a investir em tratamentos de fertilidade para, depois, não dedicarem à criança a atenção e os cuidados de que esta precisa;
* O casal que confia a criação do rebento às babás, uma vez que está comprometido ao extremo com o trabalho, ao invés de estar comprometido com a criança.
Enfim, a lista é grande. Se o visitante do blog faz parte de algum dos seus tópicos, espero que reflita mais a cerca da importância que tempos na vida de nossos filhos. Se ainda não tem filhos, que planeje cada detalhe antes de tê-los. Crescei-vos e multiplicai-vos, pois é bom: com responsabilidade e presença no desenvolvimento dos filhos, é melhor ainda.
Nenhum comentário:
Postar um comentário