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O destino nos afronta qual um longo trecho de ferrovia: sabemos que ele está ali, mas não para onde nos leva. Caminhamos pela via férrea e, feito crianças, mantemos o passo dormente a dormente. Não temos pressa – a ferrovia nos leva e nos sentimos seguros na bitola de seus trilhos. Sabemos que por ela não nos perderemos, mas incorremos neste risco se fugirmos ao seu percurso. Locomotivas de vagões numerosos vão e vêm com eventualidade e nos esquivamos, retornando ao caminho entre os trilhos tão logo nossos passos nos retomem. O destino nos afronta qual um longo trecho de ferrovia, desde a estação da qual partimos e que ano após ano deixamos para trás, até que se esgotem nossos passos consumidos pela longa caminhada de uma vida. Os problemas e obstáculos, como os trens, nos obrigam, por vezes, a fugir de nosso trajeto, cabendo a nós a sabedoria necessária para retornarmos ao nosso caminho, vencendo cada desafio. E mesmo com o findar de nossos passos, nosso destino continua seguindo pelos trilhos da eternidade, rumo a outra estação.
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